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Adriana Gerônimo

Adriana Gerônimo Vieira Silva

Mãe, moradora da Comunidade do Lagamar, assistente social, engajada nas pastorais sociais, é a primeira pessoa de sua família a ingressar e concluir um curso de nível superior.

Dedica-se a luta por moradia e direito à cidade e pela implementação das Zonas Especiais de Interesse Social - ZEIS em Fortaleza, acredita que é possível construir uma segurança pública popular, a partir da promoção da vida, gerando oportunidades e garantindo acesso às políticas públicas.

É co-fundadora da FavelAfro, cooperativa de mulheres periféricas da Comunidade do Lagamar, promovendo ações de empoderamento feminino, autonomia financeira e economia local.

Integra o Grupo Jovens em Busca de Deus - JBD LAGAMAR, a Frente de Luta por Moradia Digna, o Campo Popular do Plano Diretor de Fortaleza e o Fórum Popular de Segurança Pública do Ceará.

Na infância engajou-se no Grupo JBD Lagamar, grupo de jovens, cristão católico, ligado às comunidades eclesiais de base, se tornou catequista e conheceu através do JBD, o Cristo Libertador, que veio para os pequenos e para libertar o povo oprimido.

Em sua adolescência e juventude trabalhou como garçonete em buffets, foi copeira, atendente de telemarketing em uma empresa privada de telecomunicações. Após a formação em Serviço Social, presidiu a Fundação Marcos de Bruin por 4 anos, articulou a luta pela ZEIS do Lagamar e o enfrentamento às obras de remoção promovidas pelo estado e o município em sua comunidade. A partir da Fundação também promoveu ações nas áreas da educação de crianças e adolescentes, economia solidária e empoderamento de mulheres periféricas.

Integrou o Conselho Municipal de Habitação Popular, representando a Fundação Marcos de Bruin.

Participou da Comissão de Proposição e Acompanhamento da Regulamentação e Implantação das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) em Fortaleza.

Compôs a Presidência do Conselho Gestor da ZEIS do Lagamar.

Integrou o Núcleo Gestor do Plano Diretor Participativo de Fortaleza, representando as ZEIS.

Trabalhou como assistente social na Rede Acolhe da Defensoria Pública do Estado do Ceará, um programa de atenção integral à vítimas de violência.